segunda-feira, 26 de novembro de 2012
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Utilidade - Higiêne e segurança dos alimentos!
Muito comum
no verão em virtude do calor, a intoxicação alimentar é uma doença infecciosa
que acomete pessoas que tenham consumido alimento contaminado por parasitas
(vermes) ou por bactérias, bolores e as toxinas produzidas por estes
microorganismos.
Para a
maioria das pessoas, a intoxicação alimentar é uma experiência desagradável que
dura um ou dois dias, porém pode ser perigosa para crianças pequenas, idosos ou
pessoas com imunidade comprometida, como gestantes. A contaminação mais
freqüente se dá por bactérias, dentre as quais a mais comum é a Salmonela, que
pode ser transmitida por qualquer alimento, mas é encontrada principalmente em
ovos, leite e carnes – especialmente a de frango.
Estima-se
que 85% dos casos de intoxicação alimentar poderiam ser evitados tomando os
devidos cuidados com a higiene no preparo e armazenamento dos alimentos. Os
utensílios da cozinha precisam estar muito bem limpos, de modo que não se
tornem possíveis agentes de contaminação, como nos casos de contaminação
cruzada. A contaminação cruzada basicamente acontece quando transferimos
microorganismos de um local para outro, seja por meio de um utensílio,
equipamento ou até mesmo nossas mãos, no momento de armazenar ou manipular um
alimento contaminado, e depois usando o mesmo utensílio sem a higiene adequada
para contato com um alimento sadio.
Recomenda-se utilizar utensílios diferenciados para
cada tipo de alimento, sendo um para carnes que serão cozidas e outro para
legumes e hortaliças, visando evitar que bactérias de um determinado alimento
contaminem outros que serão ingeridos crus. Desse modo, há risco de o alimento
sadio também ser contaminado pela bactéria por meio de uma prancha ou tábua de
corte culinário, um pote plástico, uma faca ou até mesmo pela pessoa que está
manipulando o alimento, por exemplo.
A Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, órgão do Ministério da Saúde, elaborou uma cartilha sobre Boas Práticas de Serviços de Alimentação que, de forma didática, orienta os comerciantes e os manipuladores sobre como preparar, armazenar e vender os alimentos de forma adequada, higiênica e segura, com o objetivo de oferecer produtos saudáveis aos consumidores. As medidas evitam a ocorrência de doenças provocadas pelo consumo de alimentos contaminados.
A Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, órgão do Ministério da Saúde, elaborou uma cartilha sobre Boas Práticas de Serviços de Alimentação que, de forma didática, orienta os comerciantes e os manipuladores sobre como preparar, armazenar e vender os alimentos de forma adequada, higiênica e segura, com o objetivo de oferecer produtos saudáveis aos consumidores. As medidas evitam a ocorrência de doenças provocadas pelo consumo de alimentos contaminados.
Embora a cartilha seja voltada aos profissionais
dos diversos segmentos da área, tais como padarias, lanchonetes,confeitarias,
restaurantes e cozinhas industriais, entre outros, interessa ao público em
geral, pois, além de informar sobre aspectos que o consumidor deve considerar
ao avalizar os locais onde come ou compra comida fora de casa, traz muitas
informações úteis para as cozinhas e os cozinheiros domésticos também.
AQUI, tem um link que levará até uma cartilha
de boas práticas ilustrada, pra que vocês possam dar uma olhada.
Cuidados com a higiene e a segurança dos alimentos
que consumimos é muito importante, por isso, é sempre bom ficar de olho bem aberto!
Espero que tenham gostado e aproveitado esse post!
Abraços!
Equipe Helenas
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Novidade em grãos!
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Estudos realizados pela Unicamp concluíram que a composição química do
amaranto se assemelha a uma combinação muito conhecida, apreciada e
necessária para todos os brasileiros: o arroz com feijão.
Mais, em nível nacional. O amaranto tem potencial para um trabalho social importantíssimo: a introdução desse cereal na merenda escolar das populações carentes. Bem como na alimentação dessa população, de norte a sul do Brasil. A produção brasileira ainda é pequena para a necessidade real do país. Hoje, a safra gira em torno de oito toneladas anuais e a demanda é estimada entre 15 a 20 toneladas. Personagem recente nas prateleiras dos supermercados, lojas especializadas, farmácias homeopáticas e que trabalham com especiarias, o amaranto é um cereal consumido há muito tempo por povos da América Central, como os incas, os maias e os astecas. As pesquisas realizadas com o amaranto no Brasil começaram por volta de 1996, sob a batuta do Embrapa. De acordo com estes estudos, ele se compara com a proteína do leite. É fonte de cálcio biodisponível (melhor absorção no organismo), o que não acontece com outros vegetais. Além de ser fonte de fibras, zinco, fósforo. Não contém glúten, sendo uma excelente opção para os celíacos (pessoas com intolerância ao glúten). Quase não tem gosto: a farinha pode ser usada em várias misturas sem comprometer o sabor. Em relação à quinoa, por exemplo, ele é menos calórico. São 102 Kcal a cada 100 g cozidas, enquanto que a mesma quantidade de quinoa cozida contém 120 Kcal. Considerado funcional assim como a quinoa; o amaranto é capaz de atuar no organismo prevenindo a desnutrição e o excesso de peso, pelo fato de promover a saciedade. O Amaranto ainda é pouco conhecido no Brasil. Por isso é difícil a sua aquisição. E o seu custo é alto. É comercializado em flocos naturais, semelhante aos flocos da aveia. Pode ser consumido com frutas e iogurte, como ingrediente para preparação de pães, bolos, doces, sopas, vitaminas. O cultivo do amaranto ainda está limitado a agricultura familiar e ao programa de expansão proposto pela Embrapa. O produto deve ser guardado em local fresco para não perder as propriedades. Armazenar na geladeira em pote de vidro com tampa. |
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