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Estudos realizados pela Unicamp concluíram que a composição química do
amaranto se assemelha a uma combinação muito conhecida, apreciada e
necessária para todos os brasileiros: o arroz com feijão.
Mais, em nível nacional. O amaranto tem potencial para um trabalho social importantíssimo: a introdução desse cereal na merenda escolar das populações carentes. Bem como na alimentação dessa população, de norte a sul do Brasil. A produção brasileira ainda é pequena para a necessidade real do país. Hoje, a safra gira em torno de oito toneladas anuais e a demanda é estimada entre 15 a 20 toneladas. Personagem recente nas prateleiras dos supermercados, lojas especializadas, farmácias homeopáticas e que trabalham com especiarias, o amaranto é um cereal consumido há muito tempo por povos da América Central, como os incas, os maias e os astecas. As pesquisas realizadas com o amaranto no Brasil começaram por volta de 1996, sob a batuta do Embrapa. De acordo com estes estudos, ele se compara com a proteína do leite. É fonte de cálcio biodisponível (melhor absorção no organismo), o que não acontece com outros vegetais. Além de ser fonte de fibras, zinco, fósforo. Não contém glúten, sendo uma excelente opção para os celíacos (pessoas com intolerância ao glúten). Quase não tem gosto: a farinha pode ser usada em várias misturas sem comprometer o sabor. Em relação à quinoa, por exemplo, ele é menos calórico. São 102 Kcal a cada 100 g cozidas, enquanto que a mesma quantidade de quinoa cozida contém 120 Kcal. Considerado funcional assim como a quinoa; o amaranto é capaz de atuar no organismo prevenindo a desnutrição e o excesso de peso, pelo fato de promover a saciedade. O Amaranto ainda é pouco conhecido no Brasil. Por isso é difícil a sua aquisição. E o seu custo é alto. É comercializado em flocos naturais, semelhante aos flocos da aveia. Pode ser consumido com frutas e iogurte, como ingrediente para preparação de pães, bolos, doces, sopas, vitaminas. O cultivo do amaranto ainda está limitado a agricultura familiar e ao programa de expansão proposto pela Embrapa. O produto deve ser guardado em local fresco para não perder as propriedades. Armazenar na geladeira em pote de vidro com tampa. |
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Novidade em grãos!
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